sexta-feira, 18 de março de 2011.


Eu adoro o pôr-do-sol, dá a impressão de mais uma tarefa cumprida, mais um dia e de um novo despertar pra td, deveria renovar as esperanças nossas, mas como todo bom pessimista só enchergamos um centímetro a frente de nosso umbigo, ou seja, se não nos aconteceu algo que gostaríamos, então o dia foi em vão... Quem concordar comigo levante a mão!!!.
Mas então, nada muda e foi só mais um dia, ou menos um dia depende do ponto de vista de cada um, já me acostumei a ver o amanhã como um recomeçar, só não consegui por isso em prática, mas quem sabe um dia em um novo amanhecer... A noite trás o que a ela pertence, o sombrio e me torpeia, me cega, poucos traços mudos já me contrariam e isso me faz sentir um "enorme monte" de insatisfação, por não ter novamente, por nunca ter tido alías, e por culpa minha só minha, achei que tivesse tentado o meu além, porém não chegou nem perto do q era o apropriado, o correto. Então permaneço em meu intermediário, apenas questionando como seria se fosse assim??? Ou como seria se tivesse acontecido assim??? Vc tem a resposta, sempre teve, durante esses anos, mas eu não entendi, não soube ler nas entrelinhas e o café caiu, e borrou o que vc incansávelmente insistia em desenhar, na tentativa desesperada de me fazer ver o que estava na minha frente, não te passei a segurança que vc precisava, não consegui ser madura o suficiente pra entender sua renúncia a tudo e sua devoção por todos esses anos a nós, um nós que só existe pra gente, porque só a gente sabe a dor e a delícia de ser o que somos....
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Pra quem quer um cachorrinho como enfeite de carro...

segunda-feira, 14 de março de 2011.
Estou por um fio, um fio de paciência, um fio de esperança ... um fio de luz. Num momento que é só meu me inundo de mim mesma e me sufoco por saber que esse meu muito não me basta, falta algo. O vazio permanece e embora me complemente em inúmeras ocasiões, uma em particular esta vazia. Eu sei bem o que preencheria e sei o pq e o motivo que não se preenche, afinal escolhas são tão nossas quanto nossa fé e nossa alma, sensatez neste momento tenho de sobra e sei direcionar pensamentos e ações, não me pertence mais a tal da dúvida e indecisão, isso deixo para trás sem saudades ou remorço. Agora estou tão maior e com toda minha imensidão, há lacunas...
Quero e sei o que quero agora (depois de tanto tempo relutando em escolhas e más escolhas eu confesso), o que completa e me preencha, esta inalcansávelmente em repouso, sempre esteve tão próximo, evidente demais pra que eu conseguisse enchergar além do meu próprio umbigo, sei e é óbvio minha frustração em não poder usufruir de tamanha plenitude, 'a meta' é fácil de atingir e sei que seria uma vitória sobre diversos preconceitos e vontades alheias, mas seria uma honra imensurável a obtenção que tanto pleiteio. Indaguei por noites e madrugadas pensando, se era mesmo isso que eu queria, se não era mais uma ilusão, e nessas idas e vindas me convencia de que realmente não era nada daquilo e deixava novamente minha vontade e real sentimento de lado, hj não sei bem descrever o que é essa 'vontade' nem sei o tamanho dela mas consigo sentir o vazio de não ter o que quero, preciso, desejo... Nem tudo que queremos podemos ter, o medo do tempo é maior que qualquer outro medo material, tive perdas imensas, não, não quero perder mais isso que me é tão precioso. Me conheço e não volto atrás em nenhuma palavra minha lançada aos seus ouvidos, mas façamos diferente agora, sinto necessidade de palavras duras que outrora me impunham limites, me traziam à tona o que sempre esteve aqui e havia esquecido onde tinha deixado dentro de mim, fazendo despertar uma força maior e uma forte alegria de estar junto. Uma presença que me inundava de felicidade e ainda continua a mesma qdo sei que vens...uma sorriso que só tem a mesma luz qdo encontra o outro e um olhar que diz mais que horas de conversa e explicações vans. Eu sei o que quero agora, e pra sempre, mesmo que não tenha mas sei o que possuo e posso oferecer. Queria tanto que fosse diferente, eu e minha explosão, sempre demais a seus ouvidos e filtrada por vezes pelo seu cérebro e chega tão minguada à seu coração, que pouco faz o tanto que sou e o que fiz. Dói a ausência e nela permanece o vazio, anos e anos e não crescemos juntos!!!! Estamos vagando e qdo??? Qdo iremos nos dar conta?? Qdo?.
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